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Um encontro semanal.
Castelinho do Alto da Bronze Cultural
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*MarcO Binatti é músico, ator e arteducador com passagens pelo Grupo Serrote Preto e oficinas de pré-escola. Instrutor de pandeiro do movimento Na Contramão, integrado por cerca de 20 mulheres em Porto Alegre e Viamão, pretende estimular a percussão entre o gênero feminino. Nesse sentido, já treina dois grupos femininos que ja estão se apresentando ao público, em POA e Viamão.
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E saiba abaixo como as mulheres estão aderindo á percussão.
Pedro Landim
Do Globo On Line
O carnaval já vai longe, mas se engana quem pensa que os tamborins estão no
fundo do armário. Mais do que um simples “efeito Monobloco”, o interesse
pela percussão é cada vez maior na cidade, e quem freqüenta o circuito
musical do Rio já percebeu um astral diferente nas rodas de samba, ciranda e
maracatu. Literalmente, um toque feminino. Nas mais concorridas oficinas
cariocas de percussão, as mulheres, lideradas por feras como a dinamarquesa
Leg Ringsted, conquistaram seu espaço entre os tambores.
— Dos 200 alunos matriculados nas oficinas do Rio Maracatu, pelo menos a
metade são mulheres. Elas estão assumindo a percussão, criando um clima
diferente, a maior onda — diz a estudante de Museologia Rita Gama, de 24
anos, com o ritmo nas veias e os braços fortes de tanto “castigar” os surdos
de alfaia no primeiro time do bloco Rio Maracatu, de Laranjeiras, e no grupo
feminino Dona Santa.
Aplicada nas congas, a pequena Daniela Dillan, 10 anos, se encantou com o
batuque.
— Fiquei impressionada com os tambores. Tocar me deixa mais esperta — afirma
Dani, sob o olhar de aprovação das colegas de classe.
Não existe mais aquele medinho feminino de se meter numa atividade dominada
pelos homens. Sinal dos tempos, na opinião da baterista Mila Schiavo, de 33
anos, que se formou em 1990 na conceituada escola de música Berklee, em
Boston, numa turma formada 80% por homens.
— Ainda existem pessoas que olham diferente uma menina tocando pandeiro no
samba, mas as mulheres estão cada vez mais à vontade, incentivadas a começar
por aquelas que já tocam — diz Clarice Magalhães, que teve bela participação na
história recente das ritmistas, iniciando em 1996 como única mulher no
Pandemonium, orquestra de pandeiros coordenada por Suzano.
Valem as palavras do professor Robertinho
Silva, ícone da escola brasileira de bateria, que há dois anos percebeu o
potencial feminino para o batuque nas aulas de música que ministrava na
UERJ:
— Há muitas mulheres talentosas que não sabem do potencial que têm, ficam
com medo. Sofrem uma repressão que vem de longe. Mas a verdade é que elas
são mais dedicadas e até aprendem mais rápido que os homens, em muitos casos
— afirma, orgulhoso, o professor.
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