

MODELOS CONSTRUÍDOS ESPECIALMENTE PARA A MOSTRA NAS VERSÕES MECÂNICO E ÓLEO, COM REAPROVEITAMENTO DE TUBOS DE PAPELÃO E TAMPAS DE GARRAFA DE LEITE, ALÉM DE ESPELHOS.
RUA NOVA IORQUE, 72
Veja que tipo de arte você pode levar para casa:
Para quem ainda não conhece o Brechó de Troca é um evento organizado por Helena Soares, consultora de estilo, que promove trocas de peças de vestuário e acessórios.
Cada participante leva de 5 a 10 peças de roupas ou acessório e participa de um grupo onde poderá desvencilhar-se de suas peças inutilizadas adquirindo outras com a possibilidade de saber a procedência e estado real de conservação (valem peças novas, usadas e usadíssimas). É um espaço aberto, uma proposta nova e um jeito de conhecer gente interessante!
O evento está ampliando territórios, e em novembro inicia nova parceria. O Brechó foi acolhido em local de referência histórico-cultural da Cidade: o Castelinho do Alto da Bronze. Muitas histórias já se escreveram sobre o local que, se dúvida é belo e inusitado. Hoje um grupo de artistas da capital ocupa o local. Lá acontecem oficinas, lançamento de livros, exposições, etc. Agora chega a vez dessa parceria: Castelinho e Brechó de Troca.
Seja bem vindo!
O que: Brechó de Trocas
Quando: Sábado (14/11/2009)
Primeiro grupo: 16h
Segundo grupo: 18h
Quanto: R$8,00 ingresso/pessoa
Onde: Castelinho Cultural – Rua Vasco Alves, 432 – Centro Histórico (Esq. Fernando Machado)
Informações: Helena Soares - 93366844 - hellsoares@gmail.com http://www.brechodetroca.blogspot.com/
Se Você...
tem o hábito de juntar objetos inúteis no momento, acreditando que um dia ( não sabe quando ) poderá precisar deles...
...tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há um bom tempo....
E dentro de você?
Tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos?
Isso pode ser antiprosperidade.
É possível criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem em sua vida, e eliminar o que é inútil em você e na sua vida, para que a prosperidade venha. É a força desse vazio que absorverá e atrairá tudo o que você almeja. Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregada (o) de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam circular.
Não são os objetos guardados que emperram sua vida, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência. É acreditar que amanhã poderá faltar, e você não terá meios de prover suas necessidades.
Com essa postura, você está enviando duas mensagens para o seu cérebro e para a vida:
Primeira, você não confia no amanhã.
Segunda, você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis.
Então, chegou a hora de limpar as gavetas, o guarda-roupa, o quartinho lá do fundo, a garagem.
TROQUE o que você não usa mais.
Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você.
Vem pro EscambO..
Porque além de tudo isso, que diz respeito ao pessoal...
Na troca, protegemos o meio ambiente...
Já que consumimos menos os recursos naturais....
Economizamos em idas às compras...
E o que é ainda melhor...
Conquistamos um monte de nOvOs amigOs!
E saiba abaixo como as mulheres estão aderindo á percussão.
Pedro Landim
Do Globo On Line
O carnaval já vai longe, mas se engana quem pensa que os tamborins estão no
fundo do armário. Mais do que um simples “efeito Monobloco”, o interesse
pela percussão é cada vez maior na cidade, e quem freqüenta o circuito
musical do Rio já percebeu um astral diferente nas rodas de samba, ciranda e
maracatu. Literalmente, um toque feminino. Nas mais concorridas oficinas
cariocas de percussão, as mulheres, lideradas por feras como a dinamarquesa
Leg Ringsted, conquistaram seu espaço entre os tambores.
— Dos 200 alunos matriculados nas oficinas do Rio Maracatu, pelo menos a
metade são mulheres. Elas estão assumindo a percussão, criando um clima
diferente, a maior onda — diz a estudante de Museologia Rita Gama, de 24
anos, com o ritmo nas veias e os braços fortes de tanto “castigar” os surdos
de alfaia no primeiro time do bloco Rio Maracatu, de Laranjeiras, e no grupo
feminino Dona Santa.
Aplicada nas congas, a pequena Daniela Dillan, 10 anos, se encantou com o
batuque.
— Fiquei impressionada com os tambores. Tocar me deixa mais esperta — afirma
Dani, sob o olhar de aprovação das colegas de classe.
Não existe mais aquele medinho feminino de se meter numa atividade dominada
pelos homens. Sinal dos tempos, na opinião da baterista Mila Schiavo, de 33
anos, que se formou em 1990 na conceituada escola de música Berklee, em
Boston, numa turma formada 80% por homens.
— Ainda existem pessoas que olham diferente uma menina tocando pandeiro no
samba, mas as mulheres estão cada vez mais à vontade, incentivadas a começar
por aquelas que já tocam — diz Clarice Magalhães, que teve bela participação na
história recente das ritmistas, iniciando em 1996 como única mulher no
Pandemonium, orquestra de pandeiros coordenada por Suzano.
Valem as palavras do professor Robertinho
Silva, ícone da escola brasileira de bateria, que há dois anos percebeu o
potencial feminino para o batuque nas aulas de música que ministrava na
UERJ:
— Há muitas mulheres talentosas que não sabem do potencial que têm, ficam
com medo. Sofrem uma repressão que vem de longe. Mas a verdade é que elas
são mais dedicadas e até aprendem mais rápido que os homens, em muitos casos
— afirma, orgulhoso, o professor.